domingo, 11 de outubro de 2015

É isso que cabe ao pagador de pensão, prisão perpétua?



A ‘saidinha’ do dia das crianças é concedida pela Justiça a presos com bom comportamento e que cumprem pena no regime semiaberto.  

São ainda direitos dos presos:

·                     Receber visita da família nos finais de semana;
·                     Escrever e receber cartas e ter acesso a meios de informações;
·                     Ser submetido a uma distribuição adequada de tempo para o trabalho, o descanso e a recreação;
·                     Ter igualdade de tratamento;
·                     Ter audiência especial com o diretor do estabelecimento prisional.

Por decisão da justiça os detentos saíram dia 07 e retornarão para o presídio no final do dia 13 de outubro. Passarão com os filhos o Dia das crianças.

Mas por que não concedem aos pais alienados o mesmo direito?

Já pensaram passar seis dias com filho com anuência do Estado?

·                    Ao pai alijado do convívio com sua prole não é garantido o direito de receber visitas, nem de receber cartas. As que escrever não serão entregues.

·                    Alienados não conseguem trabalhar direito por causa da depressão. Descansar nem pensar, toda energia é gasta nos Processos para tentar restabelecer a convivência. Recreação não existe na vida de pais afastados de filhos.

·                    Que há igualdade de tratamento no judiciário seria hilário afirmar. O sexismo impera e os homens são discriminados como se um gênero fosse superior ao outro ou mais apto que o outro para cuidar de uma criança.

·                    Audiência especial com o juiz está fora de cogitação, pois nem ouvido nas audiências os alienados são. 

Por que as Leis não têm sido aplicadas na grande maioria das Varas de Família?

Por que os alienadores Desobedecem as Decisões judiciais e nada acontece?

Por que não pagam a multa quando esta é determinada?

Por que se não pagam o nome não vai para SERASA?

Por que as Falsas Denúncias de Abuso se proliferam e quem as faz não é punido?

Por que a visita não cumprida não muda para semana seguinte?

Não sofrer violência física é o Melhor Interesse da criança? E a violência psicológica cometida pelo genitor alienador, essa não conta?

Amanhã é dia das crianças e os pais alienados estão presos dentro de si mesmo e apesar do bom comportamento o Estado não lhes concedeu o benefício de passar o dia das crianças com os filhos.

Todas as expectativas de se libertarem foram esgotadas.

A ausência dos filhos massacra. É algo inexplicável que vai corroendo as entranhas e mina a saúde física e mental.

Quase ninguém consegue explicar ou expressar a dor, porque dor é dor e não se reflete em palavras.

O sentimento parece ser o oposto da satisfação em viver.

O afastamento imposto com aval do judiciário ficam inexplicavelmente potencializados pela frustração e sentimento de impotência em não poder resolver nada. Pessoas proativas acostumadas a resolver tarefas a cumprirem metas e objetivos se sentem inúteis em resolver os próprios problemas.

Quem está preso refém do Estado arcaico experimenta a terrível sensação de incompetência e se sente um fracassado. Muitos se arrependem de terem entrado com Ações, dizem que: na esperança de encontrar solução aumentaram o problema e que desde o início do processo não tiveram mais vida própria.

Pais relatam sentir muita angustia na expectativa do feriado de amanhã. Vão ou não conseguir entregar o presente ao filho?

Não fingem e nem querer mostrar que está tudo bem. Os pais têm mostrado que estão emocionalmente abalados pela falta de contato com a prole. Tem horas que não suportam mais guardar a dor e dividem com amigos, parentes ou profissionais para se sentirem menos sobrecarregados.

Quando o judiciário vai entender que com a demora das Decisões o ônus da separação cai em cima dos filhos?

O casal que quis se separar desejava a ruptura, a ausência do outro, a mudança de rotina, mas a criança NÃO.

Com a morosidade no julgamento as sequelas emocionais são significativas para os indivíduos afetados pela falta de convivência com quem se ama.

Os condenados por crimes “menores” que o da separação, cumprem sua sentença sabendo o dia que terão liberdade e assim que são presos fazem as contas do dia que poderão progredir de regime fechado para semi aberto e deste para aberto. Sabem que terão contato com filhos POR PERMISSÃO DO ESTADO nos finais de semana e nos feriados de Natal e Ano Novo, Páscoa, Dia das Mães e dos Pais e Finados.
Mas ao pai alienado, o que resta, sentir-se preso dentro de si mesmo sem expectativas de ser libertado?

É isso que cabe ao pagador de pensão, prisão perpétua?

Ou o divórcio é um crime tão grave que o Estado decreta Pena de Morte?

Todos alienados morrem um pouco por dia mesmo que seja de ‘morte inventada’.

“Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou”.
Mario Quintana









sábado, 10 de outubro de 2015

Dia das crianças



Se alienação parental é a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um adulto que os tenha sob a sua autoridade, para que repudie o genitor ou cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este, podemos AFIRMAR que o pensamento da criança está permeado pela intervenção deste adulto, logo, não temos uma criança como sujeito de desejos próprios, pois seu querer é mediado pelo desejo do alienador.

A criança ou adolescente alienado tem diminuída, senão, anulada sua capacidade em pensar ou agir. O outro é quem pensa por ele e lhe diz o que deve ou não fazer ou dizer.

Os filhos alienados não têm interesse em ouvir opiniões alheias a do genitor alienador, apenas se preocupam e se interessam pelo que diz o alienante.

Afastados da realidade são seres despersonalizados, por isso, não podemos dizer que são crianças ou que são adolescentes. Digamos que são mini adultos ou ‘adultecentes’.

Há alguns anos quando ainda existiam crianças os pequenos almejavam de presente no dia 12 de outubro, bonecas, carrinhos, pipas, bicicletas e a interação com os amiguinhos da rua. Atualmente os presentes são telefones de última geração com acesso à internet para que possam jogar uma infinidade de aplicativos e acessar vídeos no YouTube, conversar no Whatsapp, falar no Skype, mas pai, mãe, tios e avós alienados não se iludam: a criança não vai falar com vocês pelo aparelho telefônico caso vocês comprem para ela.

Essa semana tenho visto muitos pais desejosos de convivência se afundarem em dívidas no cartão de credito para realizar um desejo do guardião alienador, não do filho! Sei que é uma data que fragiliza emocionalmente todo genitor afastado, mas a emoção não pode dar lugar à razão.

Pense sobre todas as tentativas que já fez: discursos intermináveis, súplicas, ameaças, subornos, talvez até violência física ou verbal para conseguir passar um dia com o filho e o guardião não permitiu. E lembre-se, também, de como sentiu-se após cada uma dessas tentativas fracassadas. 

Seu amor-próprio diminuiu, e você ficou mais ansioso, desamparado e cheio de raiva e agora chega o DIA DAS CRIANÇAS que “não são mais crianças”, porque passaram por uma lavagem cerebral e têm “pensamentos” de adultos, vestuário, linguagem, modo de agir, idênticos ao do genitor alienador e você se preocupa em comprar um presente que certamente não foi escolhido pelo filho. Foi uma escolha feita por um adulto afim de ‘extorquir’ dinheiro.

Todo pai alienado com certeza absoluta se não passou irá passar pela triste experiência de comprar um presente para filho e este ser jogado no lixo ou simplesmente, misteriosamente “sumir”! Por isso, não perca a razão, não se prejudique financeiramente para comprar um presente que seu filho de livre e espontânea vontade não saberia pedir! 

Ontem um pai disse:

- Minha filha tem seis anos e me pediu um Tablet O iPad Air 2, porque ele tem o chipset da Apple.

E o pai ainda me perguntou:

- O que devo fazer? Não a vejo a tanto tempo. Se compro seria uma oportunidade para entregar o presente e rever minha filhinha. Estou muito propenso a comprar, embora eu não tenha condições financeiras para isso agora. Doutora, não a vejo há mais de um ano. Devo comprar?

Parece que a consciência da realidade se encontra fortemente diminuída ou ausente não só na criança alienada, mas nos genitores alienados também!

Basta um segundo de raciocínio para saber que uma menina que ainda não está alfabetizada não saberia escolher um presente com tamanha especificidade.
Minha vontade é de mandar dizer ao alienadores que induzem as crianças a fazerem tais pedidos é o seguinte:

A criança pra ser feliz no Dia das Crianças precisa voltar a ser criança. Precisa conviver em tempo igualitário com ambos genitores para que tenha um desenvolvimento físico, mental, social e moral saudável. A Criança precisa ser compreendida em suas angustias pela falta do outro. Precisa de ambiente permeado de afeto e segurança para desenvolver a sua personalidade.

A criança precisa ter DIREITO DE EMITIR JUÍZO sem interferência de adultos alienadores. Precisa ter DIREITO de expressar seus sentimentos. Precisa ser respeitada em seu desejo de não ter que escolher a quem amar.

Crianças e adolescentes precisam usar o tempo livre brincando e se divertindo com amigos e não indo em Fóruns, Delegacias de Polícia, Conselhos Tutelares, etc.
Devem estar protegidos de quaisquer formas de negligência, abandono, crueldade e exploração e um alienador faz tudo isso ao mesmo tempo ao privar o filho do contato com outro genitor e sua parentela.

Desde DE 13 DE JULHO DE 1990, temos a LEI Nº 8.069, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e ela diz em seus artigos:

Art. 15. A criança e o adolescente têm direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento e como sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:
II - opinião e expressão;
V - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação;
Art. 17. O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, ideias e crenças, dos espaços e objetos pessoais.
Art. 18. É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou constrangedor.
Art. 19. Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família.
Art. 21. O poder familiar será exercido, em igualdade de condições PELO PAI E PELA MÃE.

Portanto, antes de pedir ao genitor afastado um Tablet O iPad Air 2, porque ele tem o chipset da Apple, dê você o que FALTA a seu filho, que é: independência e liberdade para poder AMAR a todos os familiares, sejam eles parentes do papai ou parentes da mamãe, porque todos são SEUS parentes.

Dia 12 será mais uma ARMA DE TORTURA e VINGANÇA usada pelo alienador para tentar arrancar um pouco de ‘dinheiro extra’ do fragilizado alienado que na ânsia de rever o filho cai na armadilha do capitalismo que transforma o dia das crianças em puro comércio.

Sugiro para o próximo ano que façamos na mesma semana campanhas publicitárias, exigindo que o judiciário a PUNA quem não cumpre o que diz a Constituição e o Estatuto da criança e do adolescente. Para o judiciário O “Melhor interesse da criança e do adolescente” é ele estar comendo e bebendo e não estar fisicamente sendo espancado, mas se a violência for psíquica ninguém se importa, basta ver o tanto de alienadores impunes por ai.

Isso me fez lembrar da música: Comida - Titãs.
Bebida é água!
Comida é pasto!
Você tem sede de quê?
Você tem fome de quê?
A gente não quer só comida
A gente não quer só dinheiro
A gente quer dinheiro e felicidade....
E o seu filho, tem desejo, necessidade, vontade de quê?




quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Monstros são monstros.


‘O termo “personalidade” pode ser definido como a totalidade dos traços emocionais e comportamentais que caracterizam o indivíduo na vida cotidiana, sob condições normais, é relativamente estável e previsível. Um transtorno de personalidade representa uma variação desses traços de caráter que vai além da faixa encontrada na maioria dos indivíduos.

Pessoas com transtorno de personalidade apresentam padrões de comportamento arraigados, inflexíveis e mal ajustados de relacionamento e percepção do ambiente e de si mesmos’.

O indivíduo com transtorno de personalidade não sente ansiedade acerca de seu comportamento mal adaptativo. São capazes de alterar ou se adaptar ao ambiente externo. Geralmente recusam auxilio psiquiátrico.

Observando o comportamento dos alienadores parentais tenho pensado que podem sofrer de transtorno de personalidade “Borderline” (fronteira em inglês), ou seja, são pessoas que situam-se no limite entre a neurose e psicose. São pessoas EXTRAORDINARIAMENTE INSTÁVEIS.

A personalidade emocionalmente instável se caracteriza por relações objetais, autoimagem, humor, afeto e comportamento totalmente inconstante, traduzindo para o ‘bom português’: o que eles falam não se escreve!

Prometem hoje, não cumprem amanhã. Concordam com um acordo diante dos advogados, mas no dia seguinte quando documento está pronto, não assinam, dizem que podem ir buscar o filho para ‘visita’ e quando você chega, ou não estão em casa ou chamam a polícia dizendo que você não foi convidado a entrar e assim por diante.

São pessoas que parecem sempre estar ‘em crise’. As oscilações de humor são constantes! Mostram-se briguentos num momento, deprimidos no outro.

Repetidas vezes cometem atos emocionalmente autodestrutivos e destrutivos. Ao mesmo tempo se mostram hostis e dependentes. Quando frustrados expressam cólera intensa.

Se mostram pessoas independentes, mas é só fachada, na verdade evitam a solidão a todo custo, por isso, aceitam qualquer estranho como amigo e raramente ficam sem namorado(a)s. Muitas vezes são promíscuos e preferem companhias insatisfatórias ou inapropriadas, fazem sexo de risco ou indiscriminado com múltiplos parceiros, pensam: “antes mal acompanhados do que sós”.

Sempre distorcem os relacionamentos e colocam os indivíduos em “categorias”: totalmente bons ou totalmente maus. Num minuto idealizam alguém como figura de apego e meia hora depois o acha odioso e o desvaloriza.

Os ‘bordelines’ são impulsivos, instáveis, inseguros, intolerantes a frustrações, NÃO ACEITAM críticas ou regras, portanto, não cumprem Acordos ou Decisões Judiciais.

Tendem a ter relacionamentos confusos, intensos e desorganizados. MUDAM SEUS CONCEITOS SOBRE OS OUTROS muito rapidamente desvalorizando qualidades antes valorizadas.

​Sofrem com sentimentos crônicos de rejeição e abandono. Desenvolvem admiração e desencantamento em questão de minutos. Não conseguem administrar comportamentos ou emoções. 

Abandonam empregos e relacionamentos. Gastam dinheiro imprudentemente.

A Manipulação psicológica para obter carinho é considerada uma característica comum nos “fronteiriços” (na fronteira entre neurose e psicose). Mudam a percepção ou o comportamento de outras pessoas através de táticas desleais, enganosas ou mesmo abusivas.

Para alcançar seus interesses, muitas vezes em detrimento dos outros, o manipulador alienador parental usa métodos que poderiam ser considerados exploradores, abusivos, desonestos e enganosos, mas não sentem a menor culpa por isso.

Dissimulam muito bem, por isso, NUNCA acredite num alienador parental e TOME MUITO CUIDADO, quando ele apresentar “boas” intenções. Por trás delas com ABSOLUTA certeza terá uma ‘armadilha’ te esperando. Seguem alguns exemplos práticos:

Se alienador que parecia ODIAR seu novo(a) companheiro(a), de repente disser:

- Pode vir buscar a criança com sua nova(o) companheiro(a), nossa separação está superada. Também estou namorando, etc e tal........

NÃO ACREDITE, pois assim que virarem as costas a pessoa fará na melhor das hipóteses um Boletim de Ocorrência dizendo que vocês foram até a casa para ofender, xingar, gritar, causar tumulto, vai dizer que foram violentos, que ameaçaram de morte e o final da história todo mundo conhece, a pessoa consegue uma Medida Protetiva baseada na Lei Maria da Penha, cujo resultado na prática não é o afastamento do genitor, mas da criança que com ele se encontra. Além disso o denunciante tem os benefícios secundários da denúncia, que é mostrar o Boletim de Ocorrência e a Instauração do Inquérito Policial para toda parentela, amigos, escola da criança e se fazer de vítima pra todos que se farão solidários com ‘tamanho sofrimento’.

Mas se você já caiu nessa, se prepare para o próximo desleal passo daquele que se faz de sonso, mas é um ladino espertalhão, que é a Falsa Acusação de Abuso Sexual.
Por isso, aconselho: todo cuidado é pouco. Desconfie dessas instáveis pessoas. Se voltarem a ter amizade com sua família, pode ter certeza que é só para usar as conversas das redes sociais e do Whatsapp contra você no Processo. Com a maior cara lavada, vão imprimir tudo e dizer:

- Olhem, não alieno meus filhos, temos ótimo relacionamento com os parentes do meu(minha) ex. Trocamos mensagens por horas....

Se perto do Estudo Psicossocial a criança começar a frequentar um psicólogo particular, pode ter certeza que genitor o levou com segundas, terceiras, quartas e quintas intenções!

Não está pensando no meu estar do filho e sim em se MOSTRAR bom pai ou boa mãe que “zela” pela saúde emocional da criança!

Tudo que um alienador parental faz é pra prejudicar. Se não sabemos o porquê de uma repentina mudança de comportamento neste momento, é só aguardar um pouco que a maléfica intenção da ação aparece no decorrer do processo.

Lembrem-se que são imprevisíveis, inconstantes e instáveis. Não caiam no papo furado dos recadinhos amáveis na internet, principalmente se a mudança de comportamento vier da criança às vésperas de uma Perícia. Podem ter certeza que alienador vai imprimir tudo e levar para mostrar como ‘se amam pai e filho’ e o ‘quanto a criança declara seu amor’ ao genitor ausente!  

Leitores, monstros só se tornam príncipes em histórias de Contos de Fada. Na vida real, MONSTROS SÃO MONSTROS.  


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Não é a mamãe escrevendo no meu lugar.



Alienadores parentais que usam o Facebook, whatsapp ou telefone do filho na tentativa de se passarem por eles, tenham PIEDADE de nós!

Não subestimem nossa inteligência. Tenham clemência dos nossos olhos. Não aguentamos mais ler tantas asneiras. 

Tolo e estupido é quem acha que os leitores são bestas. 

Sabemos que estão no porão que existe embaixo do fundo do poço e já não sabem mais o que fazer pra chamarem atenção. E usarem as crianças ou adolescentes como escada pra subir um degrau dentro do lamaçal que se meteram é a única forma que encontram, mas se passar por outra pessoa é no mínimo muito INFANTIL. 

Caso não saibam, informo que a escrita tem a ‘personalidade’ de quem escreve. Ela é o resultado sedimentado de experiências físicas, mentais e emocionais. Ela representa não só a personalidade, mas o estado de espirito do escritor. 

A escrita é o espelho da personalidade e quando lemos SABEMOS MUITO BEM quem escreveu. O jeito que as frases estão colocadas refletem a CARA do escritor e regista sua personalidade nas linhas escritas. 

Sabemos que alienadores são psicopatas e nunca vão assumir esse ato quase criminoso, se não estivesse se passando pelo próprio filho, poderia até ser denunciado pelo crime de Falsidade ideológica. 

Nós sabemos bem que o intuito é criticar, envergonhar, mostrar descontentamento com o genitor ausente para toda parentela e amigos da rede social.

Ou no caso de quem está pedindo arrego, porque arrumou um namorado(a) novo(a) e precisa que o pai afastado comece a cuidar da criança de novo, aparece de repente com pedidos de desculpas piegas. 

Coitado dos filhos tem gente que escreve coisas pra lá de  BREGAS e não apropriadas para idade e dá os créditos à criança ou adolescente. O ‘pobre’ deve ficar em estado vexatório na escola, afinal, os amiguinhos da ‘rede’ são da mesma idade e vão ver que aquilo não tem nada a ver com o vocabulário daquela faixa etária. Deve ser um enorme constrangimento ter que “engolir” uma postagem ridícula como se sua fosse. Que dó!

A escrita é um gesto onde expressamos pensamentos e sentimentos.
Chega ser uma falta de respeito com os leitores atribuírem à criança falas ressentidas que só adultos magoados e vingativos verbalizariam, como seguem os exemplos do que li na internet essa semana:

- Esses assuntos dizem respeito apenas à minha família. 

- Estou com vergonha dessa página. Só tem coisa ruim. Manda ela parar de escrever sobre mim. Chega disso, por favor.

- O senhor nunca veio me procurar. Mamãe nunca denegriu sua imagem e nem tentou impedir nosso contato. 

- Estou cansado desse papinho de alienação.

- E aqui vai um recado pros parentes que curtiram: não apareçam na minha casa. 

- Parem de falar mal de minha mamãe, ela é minha rainha e não uma diaba como vocês dizem. 

- Eu quero cada vez mais distância de quem escreve as coisas que vocês escrevem. Depois não adianta vir arrependido dizer que me ama. 

- Me deixem em paz!

- E antes que alguém ache que é a mamãe escrevendo no meu lugar eu aviso: sou eu que estou escrevendo sim. Sou ótimo aluno de português. Papai, não deixe essa sua mulher falar que foi a mamãe quem escreveu no meu lugar. 

- Por que sua mulher não vai trabalhar no lugar de ficar escrevendo? Vocês não têm nada melhor pra fazer não? 

- Chega, vocês são todos mais crianças do que eu?

- Vocês só falam coisas negativas. Vão dizer que meu pai me ama e que minha mãe comete alienação parental, mas é tudo mentira.
 
- Se tivemos bons momentos ficaram no passado antes dessa Bruxa chegar na vida do meu papai. 

- Eu fico com vergonha do meu pai. Chega. Sinto muito desgosto por falarem mal da minha rainha. 

- Não é postando coisas contra alienação que vão se aproximar de mim ou fazer eu voltar a ter contato com vocês. Eu quero paz. Me deixem em Paz. 

- Meu problema e meu, do papai e da mamãe. Não exponham um problema familiar na internet, vocês me decepcionam muito. 

- Lava a boca com sabão pra falar da minha mãe. Esta pra nascer homem que fale mal da minha mamãe na minha frente. Ela é batalhadora e tira da boca dela pra me dar. Eu amo minha guerreira que mata um leão por dia só pra me ver feliz. 

- Eu nunca mais quero ver essa sua mulher. Não gosto dela e nunca irei gostar. Antes dela se intrometer na nossa vida o senhor me amava. 

- Meu pai nunca me amou e nem se preocupava comigo. Minha mãe é boa e dá tudo que preciso, me dá amor, carinho e me entende. 

Crianças e ou adolescentes por livre e espontânea vontade não se submeteriam a esse papel ridículo eles querem entrar na internet pra ficarem jogando ou batendo papo com amigos e não para refletirem complexas questões familiares.  

Até os “vícios’ da grafia errada de algumas palavras que o adulto comete em sua página pessoal, repetem nos textos que dizem ser do filho ou então, se genitor é culto, o texto do garotinho sai literário! 

Tenham vergonha, é uma questão de respeito com os leitores não nos tomar por bestas. 

Alienados não são tolos, não carecem de discernimento ou inteligência. Não nos subestimem e por favor parem de usar a criança pra se aparecerem. Fica feio pra vocês, porque todo mundo percebe que isso é uma estratégia desesperada e doentia de se fazer presente na vida do ex parceiro.  

A escrita mostra o caráter único e pessoal de quem escreve, portanto, chega de se esconderem atrás do filho, porque ele é pequeno e vemos sua sombra enorme aparecendo e encobrindo o inocente.